Por trás da maior Edtech do Brasil, existe uma obsessão silenciosa: otimizar o acesso à educação.
Nosso fundador atua no setor educacional há mais de 13 anos. Engenheiro de produção por formação, sempre viu nos processos uma oportunidade de acelerar resultados — sem perder consistência.
Sua trajetória começou no universo dos concursos públicos, onde participou da preparação de mais de dois milhões de alunos em todo o país. Foi nesse cenário que criou o sistema SER — Seleção do Conteúdo Essencialmente Relevante — um método baseado em dados, que provou que 40% do conteúdo, quando bem selecionado, é mais eficaz que 100% mal distribuído.
Mas foi em 2022, após viver de perto a realidade de uma graduação presencial, que algo mudou. A percepção foi direta: não fazia mais sentido aplicar o mesmo modelo do século passado em plena era da inteligência artificial.
A UFEM nasceu dessa inconformidade. Não como um projeto. Mas como uma resposta.
Uma resposta à lentidão, à burocracia, ao desperdício de tempo e potencial. Uma resposta à urgência de um país que precisa de soluções práticas, acessíveis e inteligentes.
E como toda resposta bem formulada, ela veio com clareza: o problema não era a educação. Era o acesso.