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Dia do Engenheiro Agrícola: Salário, Base Legal e Mercado em 2026

Engenheira agrícola com colete utilitário segurando tablet com mapa de produtividade em lavoura com pivô de irrigação no Dia do Engenheiro Agrícola

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27 de outubro · Dia do Engenheiro Agrícola

Engenheiro Agrícola no Brasil

Panorama de quem projeta irrigação, energização rural e máquinas agrícolas para o campo produzir mais com menos desperdício: salário pelo CAGED, a Resolução 256/78 do Confea que criou a especialização e a tecnologia de agricultura de precisão que está redesenhando a profissão. Dados do Portal Salário, CAGED, CONFEA e legislação federal.

CBO 2221-05 Fonte: CAGED · Portal Salário Lei 5.194/1966 Resolução 256/78 R$ 7.070 Salário médio do engenheiro agrícola (CBO 2221-05) pelo Portal Salário, com base no CAGED 1978 Ano da Resolução 256 do Confea, que separou a engenharia agrícola da agronômica 1966 Ano da Lei 5.194, que regula o exercício da engenharia e exige registro no Crea +22 Saldo de vagas formais de engenheiros agrícolas em 12 meses, com rotatividade de 46% !-- CTA 1 --> Quer dominar a agricultura de precisão? Pós em Agricultura de Precisão · 100% EAD · 4 a 6 meses · Certificação MEC Ver o curso → WhatsApp !-- INTRO --> CBO 2221 · Engenheiro Agrícola

Quem é o engenheiro agrícola, além de quem entende de máquina?

É o profissional que aplica engenharia à produção rural: projeta sistemas de irrigação e drenagem, calcula a energização de uma propriedade, dimensiona construções rurais e usa sensoriamento remoto para transformar imagem de satélite e drone em decisão de plantio.

No Brasil, o exercício da engenharia agrícola é regulado pela Lei 5.194, de 1966, a mesma que regula engenheiros civis, arquitetos e engenheiros agrônomos e que criou o Confea e os Creas estaduais. Em 1978, a Resolução 256 do Confea separou formalmente a engenharia agrícola da engenharia agronômica, criando a primeira especialização reconhecida da categoria e definindo suas atribuições específicas.

Profissionais de nível técnico, como o Técnico em Agropecuária, atuam em funções de apoio à produção, manejo e acompanhamento de lavoura e criação, sem a mesma atribuição de assinatura de projeto de irrigação ou energização que a Lei 5.194 reserva ao engenheiro registrado no Crea.

“Compete ao engenheiro agrícola o desempenho de atividades de supervisão, estudo, assessoria, vistoria, controle de qualidade, fiscalização de obra (...) referentes à aplicação de conhecimentos tecnológicos para a solução de problemas relacionados à produção agrícola”

Resolução 256/1978, Confea

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Irrigação e drenagem

Projeta pivôs e sistemas de irrigação que entregam a água certa, na hora certa, sem desperdiçar recurso hídrico.

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Agricultura de precisão

Usa drone, sensoriamento remoto e mapa de produtividade para decidir onde adubar, irrigar e colher com mais eficiência.

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Máquinas e energização rural

Especifica máquinas agrícolas e dimensiona a energia elétrica necessária para operar a propriedade rural.

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Armazenamento e pós-colheita

Projeta silos e sistemas de secagem e armazenamento que evitam perda de grãos depois da colheita.

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Panorama do Setor

A profissão de engenheiro agrícola em números

Dados do Portal Salário com base no CAGED, que cobre apenas o vínculo formal com carteira assinada, além de marcos históricos e legais da profissão.

R$ 7.070 Salário médio do engenheiro agrícola (CBO 2221-05), com mediana de R$ 4.824,00 para jornada de 43 horas semanais. Salário médio 31 anos Idade média do perfil predominante: homem, ensino superior completo, concentrado em fábricas de máquinas agrícolas. Perfil do setor +22 Saldo do vínculo formal de engenheiros agrícolas em 12 meses: 147 admissões contra 125 desligamentos. Vínculo CLT em leve alta 1966 Ano da Lei 5.194, que regula a engenharia agrícola e criou o Confea e os Creas estaduais, ainda em vigor. Base legal 1978 Ano da Resolução 256 do Confea, que separou a engenharia agrícola da agronômica e criou a especialização. Reconhecimento legal R$ 7.785 Maior média regional, no Centro-Oeste, puxada pela concentração de grandes lavouras e fazendas tecnificadas. Região que mais paga

Contratações versus desligamentos de engenheiros agrícolas em 12 meses

Admissões 147 Desligamentos 125 Saldo +22 vagas

Fonte: Portal Salário com base no CAGED, CBO 2221-05. Amostra de 272 profissionais movimentados nos últimos 12 meses, rotatividade de 46%. O CAGED só capta vínculo CLT: parte da engenharia agrícola trabalha como autônomo, consultor ou em cooperativa, e não aparece nesses números.

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Remuneração

Quanto ganha um engenheiro agrícola em 2026?

Dados do Portal Salário com base nos microdados do CAGED para engenheiro agrícola (CBO 2221-05). O valor muda conforme região, porte da empresa e se o profissional atua por vínculo formal ou como autônomo e consultor.

Faixas salariais · Engenheiro Agrícola (CBO 2221-05)

Piso da pesquisa R$ 3.963 Média salarial R$ 7.070 Mediana R$ 4.824 Teto da pesquisa R$ 12.903

Fonte: Portal Salário/CAGED, CBO 2221-05. Barras em escala relativa ao teto. Amostra de 272 profissionais.

Salário médio por região

O Centro-Oeste e o Sudeste pagam acima da média nacional, puxados pela concentração de grandes lavouras tecnificadas de soja, milho e cana.

Região

Média

Centro-Oeste

R$ 7.785,00

Sudeste

R$ 7.678,00

Sul

R$ 6.135,00

Norte

R$ 5.497,00

Nordeste

R$ 5.303,00

O perfil típico do engenheiro agrícola formal é homem, por volta de 31 anos, com ensino superior completo, concentrado no setor de fábricas de máquinas agrícolas, com jornada semanal média de 44 horas.

!-- CTA 2 --> 🛰️ R$ 7.070salário médio do engenheiro agrícola (CAGED) 1978Resolução que criou a especialização 580 hde pós-graduação em 4 a 6 meses CBO 2221-05 · Agricultura de Precisão

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Tendências 2026 a 2030

Para onde a engenharia agrícola está indo

Seis frentes que moldam o trabalho de quem projeta, calcula e automatiza a produção rural nos próximos anos.

Drones e sensoriamento remoto

Imagem aérea e mapa de índice de vegetação já guiam decisão de adubação e irrigação em tempo quase real.

Irrigação de precisão

Sensores de umidade de solo e pivôs automatizados reduzem o consumo de água sem perder produtividade.

Agricultura de dados

Softwares de gestão agrícola cruzam clima, solo e histórico de safra para recomendar o plantio ideal talhão a talhão.

Máquinas autônomas

Tratores com piloto automático e pulverizadores guiados por GPS exigem engenheiros capazes de calibrar e integrar o sistema.

Armazenamento e pós-colheita

Silos inteligentes com monitoramento de temperatura e umidade reduzem a perda de grãos depois da colheita.

Energização rural sustentável

Projetos de energia solar e biogás para propriedades rurais abrem uma frente nova de atuação para o engenheiro agrícola.

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Perguntas Frequentes

Perguntas sobre a carreira de engenheiro agrícola

As dúvidas mais comuns de quem está na profissão ou pensando em se especializar, respondidas com dado e base legal.

Por que o Dia do Engenheiro Agrícola é comemorado em 27 de outubro?

A data lembra a Resolução nº 256, de 1978, do Confea, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, que separou a engenharia agrícola da engenharia agronômica e criou a primeira especialização reconhecida da categoria no Brasil. A resolução também definiu as atribuições do profissional, como energização rural, irrigação e drenagem, máquinas e implementos agrícolas, construções rurais e armazenamento de produtos agrícolas. Todo ano, o Sistema Confea/Crea publica homenagens à categoria nesta data.

Qual é a faixa salarial do engenheiro agrícola no Brasil em 2026?

Pelo Portal Salário, com base no CAGED, o engenheiro agrícola (CBO 2221-05) tem salário médio de R$ 7.070,19, com mediana de R$ 4.824,00, para uma jornada média de 43 horas semanais. O piso da pesquisa fica em R$ 3.963,40 e o teto em R$ 12.903,00. O Centro-Oeste paga a maior média regional, R$ 7.785, seguido do Sudeste, com R$ 7.678.

O mercado de trabalho para engenharia agrícola está crescendo?

No recorte formal mais recente, sim, de forma moderada: foram 147 admissões contra 125 desligamentos de engenheiros agrícolas em 12 meses, saldo positivo de 22 vagas, numa amostra de 272 profissionais movimentados. A rotatividade é alta, de 46%, e o setor que mais contrata é o de fábricas de máquinas agrícolas, puxado pela expansão da agricultura de precisão no campo.

Engenheiro agrícola precisa de registro profissional?

Sim. O exercício da engenharia agrícola é regulado pela Lei 5.194, de 1966, a mesma que regula engenheiros civis, arquitetos e engenheiros agrônomos e que criou o Confea e os Creas estaduais. A Resolução 256/78 do Confea detalha as atribuições específicas da engenharia agrícola, como projetos de irrigação, energização rural e sistemas de máquinas agrícolas, que exigem Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do profissional registrado.

Qual pós-graduação vale mais a pena para quem trabalha com agricultura e agronegócio?

Depende da frente de atuação. Para quem quer dominar sensoriamento, mapas de produtividade e tecnologia de máquinas agrícolas, Agricultura de Precisão é a mais direta. Para quem busca uma visão ampla de produção vegetal e manejo de solo, Agronomia. Para quem foca em gestão, custo e mercado do setor, o MBA Executivo em Economia e Gestão do Agronegócio. E para quem ainda não tem graduação e quer entrar no campo rapidamente, o Técnico em Agropecuária. Todas 100% EAD com certificação reconhecida pelo MEC.

Quanto tempo dura a pós em Agricultura de Precisão da UFEM e quanto custa?

O curso Agricultura de Precisão é 100% EAD, tem 580 horas e duração de 4 a 6 meses, com certificação emitida pela UniVitória. Na condição publicada no site em outubro de 2026, o investimento é de 12 vezes de R$ 227,50 por 12 vezes de R$ 89,45 no cartão, um desconto de 61%.

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Fontes: Portal Salário/CAGED · Lei 5.194/1966 (Planalto) · Resolução 256/1978 (Confea) · Confea !-- STICKY MOBILE BAR --> Quero me inscrever → WhatsApp

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